“Evita as longas discussões, sobretudo com pessoas dispersas, que juntam argumentos sobre argumentos, sem ordem e sem disciplina, misturando juízos apenas de gosto com algumas pseudo-idéias mal-formadas e mal-assimiladas. Evita essas discussões que não são em nada benéficas. Se não for possível conduzir o colóquio com alguém em boa ordem, segundo boa lógica, cuidadosa e organizada, é preferível que te cales. Sempre sê disciplinado no trabalho mental. Essa é a regra importante, e nunca ceder às vagabundagens do pensamento em conversas diluídas, dispersas, em que se fala de tudo e não se fala de nada.”
(Mário Ferreira dos Santos - “Curso de integração pessoal” / Capítulo “Exercícios espirituais”)
Uma prova lógica de que a defesa do aborto é irracional
Objeção do defensor “pró-escolha”:
Mas nem no caso de [um estupro de uma menina de 9 anos pelo padrasto][*][**] você acha que o aborto poderia ser realizado?
Réplica do defensor da Vida:
Nem mesmo neste caso. E por mais triste e miserável que seja o exemplo que você venha me dar, e considerando: A) Os mais de dois mil anos de tempo em gerações e; B) A condição de miséria que a humanidade enfrentava séculos atrás; é corretíssimo afirmar que uma ancestral minha tenha passado por uma condição de tristeza e miséria EQUIVALENTE, IGUAL ou PIOR do que esta. É corretíssimo afirmar o mesmo para uma ancestral SUA.
Portanto, se usássemos esse seu critério de decisão para o assassinato ou não de Vidas de seres humanos inocentes e indefesos, um descendente dela não teria nascido, e não teria dado origem à descendência que chegou até a mim. Nós não estaríamos aqui e agora tendo esta conversa. Em outras palavras, EU NÃO TERIA EXISTIDO. E EXATAMENTE O MESMO VALE PARA VOCÊ.
É por isso que eu defendo a Vida — a minha, a de todos, até mesmo a SUA — indo contra o aborto EM QUALQUER CONDIÇÃO. É por isso que você deveria fazer exatamente o MESMO.
Isso também prova que quem dá valor à própria Vida DEVE ser contrário ao aborto, mesmo que seja o dos outros. Ou esta pessoa é coerente defendendo a Vida, ou ela estará numa terrível contradição consigo própria. Não existe meio-termo. Em outras palavras, ela estará abrindo mão da sua faculdade da Razão. Ela estará sendo irracional. Ela estará escolhendo agir como um estúpido, quando evidentemente está propondo a possibilidadade da sua própria inexistência enquanto necessariamente está preferindo o contrário.
Logo: É irracional defender a “interrupção voluntária de gravidez”; É irracional defender o aborto; Qualquer que seja a nomenclatura espertinha que venham a dar a isso, é irracional defender o assassinato de um ser humano em gestação, em qualquer condição.
[*] Entre [colchetes] e marcado em amarelo, substitua por qualquer exemplo que o indivíduo “pró-escolha” venha a dar, por pior que seja. Pode ter certeza que será sempre um exemplo trágico, engenhosamente calculado para tentar lhe persuadir através da emoção. É um expediente dos mais desonestos, já que no fundo todos sabem que a propaganda abortista têm a intenção de liberar o aborto para qualquer situação.
[**] Já que eu usei um exemplo bastante atual, aqui, aqui e aqui vão alguns casos registrados de gravidezes precoces bem sucedidas, eliminando a hipótese de que seja uma gravidez FATAL, embora de certo risco.
A X-Force, que acompanha as vulnerabilidades de acordo com cada plataforma, disponibilizou um relatório hospedado pela IBM com os sistemas operacionais mais vulneráveis. A tabela abaixo mostra os sistemas operacionais com o maior número de vulnerabilidades documentadas em 2008.
Os 10 sistemas mais vulneráveis são responsáveis por 75% das vulnerabilidades documentadas que afetam especificamente os sistemas operacionais.
Comentário: mais alguns “pregos nos caixões” dos mitos criados por fanboys freetardados e dos auto-intitulados “macmaníacos”.
Conforme descrevi em meu novo livro, “Guilty: Liberal ‘Victims’ and Their Assault on America” [Culpados: As ‘Vítimas’ Liberais e Sua Agressão aos EUA], mesmo levando-se em consideração a condição socioeconômica, raça e lugar de residência, o fator que prediz se alguém terminará na prisão é se ele foi criado por uma mãe solteira.
Até 1996, 70 por cento dos presos nos centros de detenção juvenis estatais cumprindo sentenças de longo prazo haviam sido criados por mães solteiras. Setenta por cento dos nascimentos entre adolescentes, evasão escolar, suicídios, fuga de casa, delinqüência juvenil e assassinatos de crianças envolvem filhos criados por mães solteiras. Meninas criadas sem pais são mais sexualmente promíscuas e têm mais probabilidade de acabar se divorciando.
Um estudo de 1990 do Instituto de Políticas Progressistas, de linha esquerdista, mostrou que, depois de avaliar o fator das mães solteiras, desaparecia a diferença criminal entre brancos e negros.
Vários estudos apresentam números levemente diferentes, mas todos os cálculos são alarmantes. Um estudo citado na revista ultra-esquerdista Village Voice revelou que crianças criadas em lares de mães solteiras “têm probabilidade cinco vezes maior de cometer suicídio, nove vezes maior de abandonar o colégio, 10 vezes maior de usar drogas, 14 vezes maior de cometer estupro (para os meninos), 20 vezes maior de acabar na prisão e 32 vezes maior de fugir de casa”.
Com mais crianças nascendo, fugindo de casa, abandonando o colégio e cometendo assassinatos anualmente, estamos analisando um problema que não pára de aumentar. Mas, por mais que calculemos os números, a situação das mães solteiras é uma bomba nuclear na sociedade.
Muitos desses estudos, por exemplo, são da década de 1990, quando a percentagem de adolescentes criados por mães solteiras era mais baixa do que é hoje. Em 1990, 28 por cento das crianças abaixo de 18 anos estavam sendo criadas em lares onde havia só a mãe ou só o pai, quer divorciados ou nunca casados. Já em 2005, mais de um terço de todos os bebês nascidos nos EUA eram ilegítimos.
Isso representa imensos problemas sociais que ainda vão explodir com o tempo.
Mesmo assim, os liberais adoram a desintegração do casamento tradicional e a situação das mães não casadas ou divorciadas. —
Texto traduzido, adaptado e editado por Julio Severo.
Fie, fie! unknit that threatening unkind brow, And dart not scornful glances from those eyes, To wound thy lord, thy king, thy governor: It blots thy beauty as frosts do bite the meads, Confounds thy fame as whirlwinds shake fair buds, And in no sense is meet or amiable. A woman moved is like a fountain troubled, Muddy, ill-seeming, thick, bereft of beauty; And while it is so, none so dry or thirsty Will deign to sip or touch one drop of it. Thy husband is thy lord, thy life, thy keeper, Thy head, thy sovereign; one that cares for thee, And for thy maintenance commits his body To painful labour both by sea and land, To watch the night in storms, the day in cold, Whilst thou liest warm at home, secure and safe; And craves no other tribute at thy hands But love, fair looks and true obedience; Too little payment for so great a debt. Such duty as the subject owes the prince Even such a woman oweth to her husband; And when she is froward, peevish, sullen, sour, And not obedient to his honest will, What is she but a foul contending rebel And graceless traitor to her loving lord? I am ashamed that women are so simple To offer war where they should kneel for peace; Or seek for rule, supremacy and sway, When they are bound to serve, love and obey. Why are our bodies soft and weak and smooth, Unapt to toil and trouble in the world, But that our soft conditions and our hearts Should well agree with our external parts? Come, come, you froward and unable worms! My mind hath been as big as one of yours, My heart as great, my reason haply more, To bandy word for word and frown for frown; But now I see our lances are but straws, Our strength as weak, our weakness past compare, That seeming to be most which we indeed least are. Then vail your stomachs, for it is no boot, And place your hands below your husband’s foot: In token of which duty, if he please, My hand is ready; may it do him ease.[…][*]
[*][…]CATARINA: Tem vergonha! Desfaz essa expressão ameaçadora e não lança olhares desdenhosos para ferir teu senhor, teu rei, teu soberano. Isso corrói tua beleza, como a geada queima o verde prado, destrói tua reputação como o redemoinho os botões em flor; e não é nem sensato nem gracioso. A mulher irritada é uma fonte turva, enlameada, desagradável de aspecto, ausente de beleza. E enquanto está assim não há ninguém, por mais seco e sedento, que toque os lábios nela, que lhe beba uma gota. O marido é teu senhor, tua vida, teu protetor, teu chefe, e soberano. É quem cuida de ti, e, para manter-te, submete seu corpo a trabalho penoso seja em terra ou no mar. Sofrendo a tempestade à noite, de dia o frio, enquanto dormes no teu leito morno, salva e segura, segura e salva. E não exige de ti outro tributo senão amor, beleza, sincera obediência. Pagamento reduzido demais para tão grande esforço. O mesmo dever que prende o servo ao soberano prende, ao marido, a mulher. E quando ela é teimosa, impertinente, azeda, desabrida, não obedecendo às suas ordens justas, que é então senão rebelde, infame, uma traidora que não merece as graças de seu amo e amante? Tenho vergonha de ver mulheres tão ingênuas que pensam em fazer guerra quando deviam ajoelhar e pedir paz. Ou procurando poder, supremacia e força quando deviam amar, servir, obedecer. Por que razão o nosso corpo é liso, macio, delicado, não preparado para a fadiga e a confusão do mundo, senão para que o nosso coração e o nosso espírito tenham delicadeza igual ao exterior? Vamos, vamos, vermes teimosos e impotentes. Também já tive um gênio tão difícil, um coração pior. E mais razão, talvez, pra revidar palavra por palavra, ofensa por ofensa. Vejo agora, porém, que nossas lanças são de palha. Nossa força é fraqueza, nossa fraqueza, sem remédio. E quanto mais queremos ser, menos nós somos. Assim, compreendido o inútil desse orgulho, devemos colocar as mãos, humildemente, sob os pés do senhor. Para esse dever, quando meu esposo quiser, a minha mão está pronta.[…]
(SHAKESPEARE, William; Excerto de A Megera Domada; Tradução de Millôr Fernandes)
Sobre o medo de ser flagrado lendo Olavo de Carvalho
por Ronald Robson Fantasia Exata, 26 de dezembro de 2008
Se há uma coisa especialmente idiota a acometer muitos dos leitores, ex-leitores, alunos ou ex-alunos de Olavo de Carvalho, é isto: desprezá-lo apenas para posar de diferente. Isso possui um segundo motivo, até compreensível, que comento logo à frente. Mas, de imediato, a causa de tal rejeição parte da sensação de que toda e qualquer pessoa jovem minimamente inteligente a existir hoje, no Brasil, não passa um dia sequer sem ler Olavo de Carvalho. E, ora, você não quer ser só inteligente: você quer ser o mais inteligente. Até aí, não há o que condenar. Obstrução canalha a essa aspiração, todavia, é este meio escolhido para realizá-la: já que todo mundo está lendo Olavo, eu preciso rapidamente digerir tudo o que ele ensinou, começar a ler uns autores nunca citados por ele, e - cereja do bolo - dizer que “Olavo já deu sua contribuição à cultura brasileira, já passou, agora eu e meus amigos é que vamos fazer e acontecer”. É batata: entro em blogs de conservadores e liberais e percebo uma espécie de pacto de silêncio em torno a Olavo após terem chupado seu olho até mais não poder e, sobretudo, até mais não compreender. Isso é de um receio pueril: medo de se tornar caricato, de ter impresso em sua testa a marca dos “novos iguais”. Medo, por exemplo, de criar um perfil no Orkut e entrar em cascata naquelas comunidades correlatas tão ao gosto new conservative brasileiro: Olavo de Carvalho, Mário Ferreira dos Santos, Gustavo Corção, Bruno Tolentino, Otto Maria Carpeaux, José Osvaldo de Meira Penna, José Guilherme Merquior, Ortega y Gasset, Eric Voegelin, René Girard…
Esse modo de querer fazer-se visto é parte de algo que só vejo ser abordado, e parcialmente, por Pedro Sette Câmara. Mais de uma vez, já disse ele que a disputa entre conservadores e comunistas no Brasil é, mais que uma disputa honesta, um duelo de imagens: e o fato de o time dos conservadores - como alguém já disse - não lotar nem uma kombi é mais um fator a tornar nossos direitistas uns seres histrionicamente empenhados em empinar o nariz e se considerarem infinitamente acima dessa coisa que chamamos, com humildade e aquiescência ao que Deus nos consagrou, “consciência humana”. Aliás, naquela aula estranhíssima - de tão equivocada - do Massimo Borghesi que está na Dicta & Contradicta nº 2, há, todavia, uma síntese brilhante do que resultou do desbunde da geração 68 e da french theory (como chamam os americanos) que a acompanhou: o revolucionário pariu o burguês em estado puro. Pois bem. De forma similar, porém invertida, o Brasil passa - talvez eu esteja delirando, vendo coisas, mas vejamos - por um troço mais bisonho ainda: o novo direitista brasileiro age de forma mais à esquerda que as nossas mais jurássicas esquerdas. Nossos direitistas se idiotizaram antes mesmo de ter nascido por aqui alguma direita. Ou dito de outra forma: o direitista brasileiro mal viu a luz e já se pariu à imagem e semelhança do revolucionário em estado puro.
Há algumas características, principalmente na linha mais highbrow, que fazem com que jovens intelectuais conciliem a defenestração de Olavo a uma mentalidade de gueto iluminado cuja postura, diante dos problemas da ordem do dia, é em tudo igual à presunção de tipo gnóstico que ampara a estrutura cognitiva do revolucionário. Há várias, mas, para não tornar este post mais extenso do que já está, citarei uma apenas: a anglofilia. Algo como querer ser um inglesinho chique só para zombar desse pessoal breguérrimo que lê o brega do Olavo - algo como querer levar a sério o personagem que Alexandre Soares Silva criou para si. Porque, de fato, Olavo de Carvalho não é chique e nem se esforça para ser. E ora: além de ter de ser educado por alguém que todos os meus “pares” estão lendo, ainda terei de agüentar a breguice desse meu professor? Enfim: também já é cool ser um conservador elegante e chique. O que penso disso? Nada. Nem ligo. Eu mesmo sou só um subdesenvolvido falando mal do subdesenvolvimento, como me descreveria Nelson Rodrigues.
E aqui chegamos ao segundo motivo, mais plausível e referido no início deste post, para a renegação de Olavo de Carvalho: muita gente em débito com ele agora dá uma de gostoso porque uns 70% de seus leitores são uns seres nauseabundamente chatos. Mais uma vez, direita e esquerda batem as ancas: politizaram todos os seus interesses. É, por sinal, uma gama de leitores que não vai além dos artigos de jornal do Olavo e que se interessa infinitamente mais por política que por cultura. É uma gente que não dá muita bola à astrocaracteriologia, à teoria dos quatro discursos, à metafísica cuja ontologia toma as posições de sujeito e objeto como abstrações e não dados da realidade, à paralaxe cognitiva, à descrição dos mecanismos cognitivos próprios à mentalidade revolucionária, à dinâmica do Império no mundo ocidental - e demais contribuições originais do Olavo (sem falar nos empreendimentos editoriais). Só querem saber de PT, Obama, FARC e vocês sabem todo o resto. De minha parte, acho bastante nobre a postura de quem se encarrega disso: porque eu simplesmente não tenho saco. Minha paciência é dedicada a temas e estudos que não me permitem me inteirar tanto quanto eu gostaria a respeito desses assuntos “da ordem do dia”. Mas sempre acompanho. Só não faço deles os meus segundos, terceiros ou sequer quartos interesses - pois são os últimos. E, retornando ao que eu queria dizer - não é possível julgar um autor pelos seus maus leitores. Mas é isso que se tem feito com Olavo.
Em resumo, eis o fato que tanto incomoda a muitos: a centralidade de Olavo de Carvalho no que se salvar da atual cultura brasileira. Sua obra transformou os debates intelectuais minimamente honestos do Brasil em um jogo de cartas marcadas. Uma hora, um irá brandir seu Voegelin na cara do adversário. Noutro momento, o segundo surpreenderá com uma citação de Rosenstock-Huessy. Quando o debate se aproximar do ápice, um dos contendores dirá que o outro está tomando o verossímil por provável, em uma alusão à teoria dos quatro discursos. E assim por diante.
Mas, afinal, o que fazer quanto a isso? Eu, como sempre (dizem meus inimigos), tenho uma solução: não fazer nada, apenas continuar estudando. Naturalmente, os meus e os seus estudos deverão se encaminhar para onde nossas alma, seriedade e dedicação indicarem. Pois, a propósito, qual o problema em passar dois, três, cinco ou dez anos digerindo um autor? Que mal haveria, sei lá, em ler Mário Ferreira dos Santos durante a vida toda? Isso é de uma canalhice que me deixa crispado de ódio - a canalhice de “colecionar” autores “diferentes” a fim de tornar mais evidente a sua pinta de “intelectual”, como se leituras rápidas e dispersas produzissem algo mais que cansaço mental.
*
Outro dia, em tom de pilhéria, um amigo me disse que Olavo de Carvalho salvou minha vida intelectual - ou mesmo minha vida. Que, se um dia eu não tivesse aberto O Jardim das Aflições, continuaria lendo Hakim Bay e Guy Debord e me lambuzando no ódio de minha impotência. Eu apenas disse que sim, é verdade, e com uma gratidão sincera. Pois é por essas e outras que não tenho vergonha de ser leitor de Olavo de Carvalho. Não quero ser diferente às suas custas.
*
(Alguém poderá perguntar se não tenho nenhuma objeção a fazer a nada do que Olavo escreveu. É claro que tenho, assim como a qualquer outro autor. Mas não darei isso a público por um motivo evidente: não passo de um moleque de 20 anos. Se com o tempo, estudo e reflexão tais objeções continuarem a me parecer procedentes, cessarei de compartilhá-las em conversas privadas e divulgá-las-ei, pelo menos, em blog. Isso, claro, se alguém além de meus amigos se interessar pelo que tenho a dizer.)
Durante um de seus seminários, um estudante perguntou ao Professor Mises, “Por que não são todos os empresários que são a favor do capitalismo?”. “Essa pergunta”, Mises respondeu, “é inerentemente marxista.” A resposta de Mises chocou-me à época. Demorou algum tempo para que eu pudesse entender o que ele quis dizer. O autor da pergunta presumiu, assim como Karl Marx, que empresários eram um grupo que tinha um interesse especial - ou um interesse de “classe” - no capitalismo, interesse esse que outras pessoas não tinham.
“O capitalismo”, prosseguiu Mises, “beneficia a todos: não apenas os consumidores, mas as massas em geral. Ele não beneficia apenas os homens de negócios. Na realidade, no sistema capitalista alguns homens de negócios sofrem prejuízos. A posição de um empresário no mercado nunca está garantida; a porta sempre está aberta para concorrentes que podem desafiar sua posição e, assim, privá-lo de lucros. No entanto, é exatamente essa concorrência sob o capitalismo que garante aos consumidores que os empresários farão seu melhor para fornecer a eles, os consumidores, os bens e serviços que querem.”
Em vários de seus artigos, Mises sempre deixou claro, repetidas vezes, que não é um apologista de empresas e empresários. Ele está interessado é em determinar o sistema econômico que mais aprimora o bem-estar dos indivíduos e as condições de vida das massas. E esse sistema econômico é a liberdade econômica sob o capitalismo. Somente em um ambiente de liberdade econômica, dizia Mises, mais bens e serviços serão produzidos. Somente sob o capitalismo é que os salários sobem e o padrão de vida das massas melhora progressivamente. A razão? Os consumidores são soberanos no livre mercado capitalista. Eles estão em posição de deixar os empresários saberem o que eles querem com mais urgência, recompensando com lucros aqueles que satisfazem seus desejos e impondo prejuízos - isto é, retirando riqueza - àqueles que fracassam. É esse sistema de recompensas e penalidades que guia a produção e que garante que mais dos bens e serviços que os consumidores querem serão produzidos, elevando assim os salários dos trabalhadores e o padrão de vida de todos.
O mercado é a conseqüência da cooperação social pacífica e da liberdade econômica. E é o mercado que torna possível a liberdade, a justiça, a moralidade, a inovação e a harmonia social. Como escreveu Mises:
“Um homem só tem liberdade enquanto puder moldar sua vida de acordo com seus planos”, e “A moralidade só faz sentido quando dirigida para indivíduos que são agentes livres.”
Logan Gage escreveu um artigo intitulado “Which Secular Superstition do you Believe?”(”Qual das Superstições Seculares Tu Acreditas”). Nesse artigo Gage questiona:
…[Quem] é mais propenso a acreditar em superstições imaginativas nos dias correntes, o religioso ou o secular?
A resposta, segundo Gage, é desambigua:
(…) Rodney Stark, um respeitado estudioso da “Institute for Studies of Religion” (Universidade de Baylor), publicou um estudo com o nome de “What Americans Really Believe.” A equipa de Stark comissionou a Organização Gallup para esta questionar os americanos em assuntos relacionados com religião (…) A Gallup fez perguntas relativas a crenças como o “Big Foot” e o “Monstro do Loch Ness”, Atlantis, casas assombradas e astrologia. Os pesquisadores de Baylor trabalharam os resultados em união, produzindo um index em relação à crença no paranormal. Mollie Ziegler Hemingway reportou os resultados no The Wall Street Journal: “Enquanto que 31% das pessoas que nunca vão a casas de oração demonstraram crença nestas coisas [”Big Foot”, “Monstro do Loch Ness”, Atlantis, casas assombradas e astrologia, etc]apenas 8% das pessoas que frequentam casas de oração mais do que uma vez por semana acreditam nessas coisas (…) De facto, quanto mais tradicional e evangélico fosse o inquirido menos susceptível ele era de acreditar, por exemplo, na possibilidade de comunicar com os mortos.”.
A visão judaico-cristã do universo como sendo uma emanação de Uma Mente Racional é o fundamento da ciência moderna. A ideologia ateísta, que nega propósito racional ou design na natureza, não produz nada para o avanço da ciência.
Gage nota ainda:
Presentemente, muitos historiadores não-religiosos comprendem que, longe de perpetuar superstições antigas, a tradição judaico-cristã constituiu uma quebra com o pensamento pagão. Esta tradição postulou Uma Única Mente Racional[Deus] por trás do universo, em vez de atribuir a origem do universo a uma miríade de espíritos irracionais . Esta mudança foi crucial para o surgimento da ciência actual. Não é por acaso que a ciência experimental surgiu no Ocidente, onde a ideia da inteligibilidade da natureza ganhou raízes, uma vez que faz sentido procurarem-se leis ordenadas na natureza se o Universo é o resultado de Um Criador Racional… Embora as conclusões dos pesquisadores de Baylor possam paracer contraintuitivas, talvez elas não devessem ser. A partir do momento em que perdermos a fé na inteligibilidade racional do universo, o que é que nos dissuade de acreditar nas últimas “descobertas” da OVNI-logia?
Não deixa de ser irónico que, apesar das pretenções de “cepticismo”, os ateus são mais propensos que os crentes tradicionais a acreditar em proposições pseudo-científicas do tipo OVNI, Bigfoot, o “Monstro” de Loch Ness, espiritismo, Atlantis e astrologia. Quatro vezes mais propensos, para ser mais exacto (31% vs. 8%).
Isto não deveria ser surpresa. Quase todos os ateus acreditam que o código genético e a nanotecnologia presente nas células surgiram como resultado de variações aleatórias e selecção natural.
Quando comparada com a crença de que a vida surgiu por acaso e por tautologia, a crença no “Bigfoot” e na astrologia assumem-se como altamente plausíveis.
Gage conclui da seguinte forma:
A questão existencial com a qual a ciência se depara hoje é se ela pode sobreviver um clima intelectual dominado pela superstição materialista.
Finalmente encontrando uma função útil à ferramenta, inaugurei recentemente um Twitter! Tenho postado muita coisa por lá. Vou colar aqui o que escrevi nas primeiras mensagens:
Prioridade #1 deste meu twitter: “clipping” de artigos que ando recomendando a amigos. Prioridade #2 deste meu twitter: extravasar egolatrias que não tem mais espaço no blog Rei Nada.
É isso aí. Digamos que 90% do que postarei lá serão os links do que ando lendo (e talvez ouvindo ou visualizando), para disseminar conteúdos que considero relevantes às pessoas interessadas. O resto são exibições pessoais sobre cinema, música, artes em geral e comentários rápidos que não mereceriam todo um postal no Rei Nada.
O Twitter pode ser acompanhado de duas formas. Uma é sendo associado à ele (você teria um Twitter, também, não necessariamente sendo utilizado), e adicionando o Rei Nada como se fosse uma espécie de “Orkut de micro-blogs”. Neste caso o acompanhamento ocorre com o acesso à sua home page. Outra forma é acessando diretamente o endereço, como se fosse um blog como outro qualquer.
Quem se interessa pelos mesmos assuntos que eu e quiser também me indicar artigos, faço o convite para construir um Twitter e me adicionar. Essa ferramenta me parece sensacional para esse tipo de troca.
“[…] Subjetivismo é introduzir a liberdade da inteligência, quando pelo contrário, sua nobreza consiste em se submeter a seu objeto, consiste na acomodação ou conformidade do pensamento com o objeto conhecido. A inteligência funciona como uma câmara fotográfica, deve reproduzir exatamente as características perceptíveis do real. Sua perfeição está na fidelidade ao real. Por este motivo a verdade se define como a adequação da inteligência com a coisa. A verdade é esta qualidade do pensamento, de estar de acordo com a coisa, com o que ela é. Não é a inteligência que cria as coisas, mas as coisas que se impõem à inteligência como são. Como conseqüência a verdade de uma afirmação, depende do que ela é, é algo de objetivo; e aquele que procura a verdade deve renunciar a si, renunciar a uma composição de seu espírito, renunciar a inventar uma verdade.
Pelo contrário, no subjetivismo, é a razão que constrói a verdade: deparamos com a submissão do objeto ao sujeito! Este passa a ser o centro de todas as coisas. Elas não são mais o que são, mas o que se pensa. O homem passa a dispor da verdade conforme sua vontade: este erro se chamará “idealismo” em se aspecto filosófico, e “liberalismo” em seu aspecto moral, políticio e religioso. Como conseqüência a verdade será diferente conforme os indivíduos e os grupos sociais. A verdade é necessariamente compartilhada, ninguém pode pretender tê-la exclusivamente em sua integridade; ela se faz e se procura sem descanso. […]”
(LEFEBVRE, Mons. Marcel; Do Liberalismo à apostasia: A tragédia conciliar; Excerto do capítulo 2: “A ordem natural e o liberalismo”)
Director’s Cut (versão para incrédulos e/ou preguiçosos)
Checando biografias
(versão com fontes)
Olavo de Carvalho Diário do Comércio (editorial), 11 de setembro de 2008
Enquanto nos EUA, no Brasil e no mundo a grande mídia esquerdista (desculpem a redundância) vasculha a biografia de Sarah Palin nos seus mínimos detalhes, trazendo ao público as revelações chocantes de que ela pertence à Igreja Pentecostal, de que sua filha transou com o namorado e de que (acrescenta a pérfida Ann Coulter) seu cabelereiro teve uma multa de trânsito em 1978, nada, absolutamente nada aí se conta a ninguém sobre alguns episódios da vida de Barack Hussein Obama, decerto irrisórios e desprovidos de qualquer alcance político, não é mesmo? Eis oito exemplos:
1. Ele foi admirador e companheiro de protestos do pastor Louis Farrakhan, aquele segundo o qual “o judaísmo é a religião do esgoto”. Isso faz tempo, mas depois de eleito senador ele deu 225 mil dólares em verbas federais à igreja de seu amigo Michael Pfleger, onde Farrakhan é um dos mais freqüentes e aplaudidos pregadores convidados.
2. No Quênia, ele deu apoio eleitoral a um agitador que depois organizou a destruição de trezentos templos cristãos e o assassinato de mais de mil fiéis, cinqüenta deles queimados vivos numa igreja, sem que Obama viesse a dizer uma só palavra contra essa gentil criatura.
3. Ele disse que o terrorista William Ayers (da quadrilha do “Homem do Tempo”) era apenas um seu vizinho com quem jamais conversava de política, mas depois se descobriu que ele e Ayers dirigiram juntos uma ONG que coletou 72 milhões de dólares para movimentos de esquerda, sendo um interessante exercício intelectual conjeturar como puderam fazer isso sem falar de política.
4. Neste preciso momento ele responde na Pensilvânia a um processo de falsidade ideológica, por ter apresentado a seus eleitores uma certidão de nascimento obviamente forjada. A verdadeira, se existe, até hoje não apareceu, e o beautiful people da mídia não releva o menor interesse em conhecê-la.
5. Embora ele diga que sempre foi cristão, todos os seus colegas e professores de escola primária, bem como seu meio-irmão e sua meia-irmã, afirmam que ele era muçulmano na época em que ali estudava.
6. Por duas décadas ele freqüentou semanalmente uma igreja que alardeava a “teologia da libertação” mais escancaradamente comunista e anti-americana, e depois disse que não tinha a menor idéia do conteúdo do que ali se pregava.
7. Não é só sobre suas origens ou sobre sua religião que Obama cultiva segredos. Também não é só sua certidão de nascimento autêntica que continua inacessível. Embora gabando-se de sua carreira em Harvard, ele se recusa a mostrar o histórico de seus estudos universitários. Os fofoqueiros maldosos dizem que ele tem vergonha de mostrar suas notas baixas (talvez ainda mais baixas que as de George W. Bush, Al Gore e John Kerry), mas agora se sabe que ele tem um motivo mais forte para encobrir os detalhes da sua passagem por Harvard: seus estudos ali foram pagos por Donald Warden, um americano que, islamizado sob o nome de Khalid Abdullah Tariq al-Mansour, veio a se tornar um dos mentores do grupo terrorista Panteras Negras, fund-raiser para a organização pró-terrorista African-American Association e autor de um livro segundo o qual o governo americano planeja matar todos os negros.
8. Em cinco campanhas eleitorais, o mais ativo coletor de fundos para Obama foi o vigarista sírio Tony Rezko, condenado por dezesseis crimes. Uma vez no Senado, Obama retribuiu com dinheiro público a gentileza, convencendo vários prefeitos a investir um total de 14 milhões de dólares num projeto imobiliário do malandro.
Os brasileiros não saberão de nada disso assistindo ao “Jornal Nacional”, nem os americanos à CNN. Ante as acusações gerais de que John McCain não checou direito a biografia de Sarah Palin, o colunista Don Feder sugere que a de Obama, por sua vez, foi checada meticulosamente - por uma comissão integrada por Forrest Gump, o Inspetor Clouseau e o Agente 86, Maxwell Smart. E, quando Obama comete um lapsus linguae, dizendo “minha fé muçulmana” em vez de “minha fé cristã”, todas as almas santas do esquerdismo mundial se revoltam ante as insinuações, vindas de maldosos direitistas, de que isso possa significar alguma coisa. Eu mesmo sou tão perverso que cheguei a me perguntar se Obama não trocava os pés pelas mãos justamente por ser muito difícil, até para um ator tarimbado, exibir-se como um pavão no poleiro e ao mesmo tempo esconder-se como um rato na toca.
Mas Obama nem precisaria ser tão escrupuloso na camuflagem. A mídia esconde tudo por ele - para quê preocupar-se em vão ao ponto de ficar nervoso e atrapalhar-se no discurso? Afinal, que são os pequenos deslizes do candidato democrata em comparação com a gravidez solteira de Bristol Palin? Toda a esquerda chique, que sempre batalhou pela “liberação sexual da juventude”, está hoje escandalizada, chocada, perplexa ante essa semvergonhice incomum, sem dúvida um risco maior para a segurança dos EUA no caso de Sarah Palin chegar à vice-presidência. Com o detalhe especialmente elucidativo de que, uma vez desencadeada a campanha de ataques à devassidão abominável da família Palin, essa mesma onda é explicada retroativamente como fruto do moralismo reacionário dos americanos e assim transfigurada num argumento fulminante contra a eleição de candidatos conservadores.
***
P. S. - Já habituado a apostar contra a classe jornalística e ganhar sempre (se eu botasse dinheiro nisso estaria milionário), fui o único correspondente brasileiro nos EUA a anunciar, com antecedência de duas semanas, que Sarah Palin era o nome mais provável para a candidatura à vice-presidência na chapa McCain. A mídia nacional inteira cumpriu fielmente, como sempre, seu dever de chutar e errar. Quem mais caprichou foi o correspondente do Estadão, que fez uma lista de dez - não dois ou três, mas dez - vicepresidenciáveis, e nenhum deles era Sarah Palin.
250.000 mulheres por ano tornam-se inférteis por complicações de aborto
As assustadoramente altas taxas de aborto na Rússia estão deixando um número crescente de mulheres inférteis, disse Marina Tarasova, chefe-adjunta do Instituto de Pesquisa St. Petersburg Para Ginecologia e Obstetrícia da Academia Russa de Ciências, em uma conferência internacional na segunda-feira.
O St. Petersburg Times relatou que, com 64% das mulheres russas recorrendo a abortos, de 200 mil a 250 mil destas por ano são despojados de suas capacidades biológicas de procriar devido a efeitos permanentes a partir do procedimento.
“Durante os últimos cinco anos, a infertilidade feminina na Rússia aumentou 14%, e mais de 1,5 milhões de russas precisam de avançada tecnologia médica para engravidar e manter uma gravidez saudável”, disse Tarasova.
Ela também mencionou que até o final do ano passado, havia 5,5 milhões de casais inférteis no país.
Na população adolescente, uma em quatro mulheres têm uma doença ginecológica ou distúrbio reprodutivo. Além disso, ao longo dos últimos cinco anos, tem havido um aumento de 30% no número de mulheres com idades compreendidas entre os 15 e 17 anos que sofreram estes problemas de saúde.
O governo russo está tentando promover os valores familiares no país, nomeando 2008 “O Ano da Família.” Abortos, no entanto, ainda são oferecidos gratuitamente em todas as clínicas estatais.
[ Por: Tim Waggoner; Fonte: LifeSiteNews; Tradução: Marcos Ludwig ]
Comentário: Este é exatamente o resultado friamente calculado por aqueles que tanto querem legalizar a “interrupção voluntária de gravidez” no mundo todo (procure por “Planned Parenthood” e suas origens no Google, ou vá direto aqui e aqui).
É isso que dá quando se defende a grande falácia feminazista do “direito” das mulheres a decidirem sobre o “próprio corpo”, ou mesmo quando tratam os inocentes bebês em gestação como “parasitas”. Parabéns, seus monstros!
Com o lançamento do último álbum do Metallica, Death Magnetic, e já com a audição deste devidamente digerida, chega o momento em que devo colocar ele no seu devido lugar.
Não há dúvida alguma. Death Magnetic é um ótimo álbum de metal. Um retorno aos velhos tempos do Metallica, e somente uma mente arrogante para não reconhecer isso mesmo sem gostar.
Segue o meu ranking, em ordem do menos melhor ao melhor. Os critérios de escolha são puramente arbitrários, e somente foram considerados os nove álbuns de estúdio com músicas inéditas.
9. St. Anger (2003)
8. Reload (1997)
7. Load (1996)
6. Death Magnetic (2008)
Apesar do sexto lugar, eu considerei Death Magnetic um álbum muito superior aos que ele deixou para trás na minha lista, e bastante comparável aos quatro primeiros trabalhos do Metallica. Para um disco tão recente, acho bastante justo colocá-lo atrás dos clássicos criados na era pré-”black album”.
5. Ride the Lightning (1984)
4. Metallica (”the black album”, 1991)
Agora vem a parte mais polêmica pra mim. Como dar uma ordem justa para estes três grandes álbuns que seguem? Foi difícil, e nada garanto que este pódio mude logo depois de hoje.
Uma pesquisa que apareceu recentemente no Journal of Health Economics, concluiu que as jovens que são sexualmente ativas muitas vezes experimentam sentimentos de culpa, baixa auto-estima, arrependimento e vergonha, e têm muito mais probabilidades de sofrer de depressão do que aquelas que permanecem castas.
O estudo, realizado por Joseph J. Sabia e Daniel I. Rees, de 14 mil adolescentes com idade entre 14 e 17, utilizou dados da pesquisa do governo americano National Longitudinal Survey of Adolescent Health.
Constatou-se que as meninas adolescentes sexualmente ativas têm mais do dobro da taxa de depressão daquelas que não são sexualmente ativas - 19% em comparação com 9,2%.
A conclusão que este estudo chegou foi de que “as adolescentes sexualmente ativas têm um risco aumentado de exibir sintomas de depressão em relação às suas contrapartes que não são sexualmente ativas.”
Dr. Trevor Stammers, um conferencista sobre ética sexual e presidente da Christian Medical Fellowship no Reino Unido, disse que o novo estudo confirma que a maioria das meninas “retrospectivamente mostrou arrependimento sobre as relações sexuais precoces.”
“Também nos mostra bem de perto o quanto estamos habilitados a demonstrar que existe um vínculo genuíno entre aumento do risco de depressão e adolescentes do sexo feminino envolvidas em relações sexuais,” disse o Dr. Stammers ao British Daily Mail. “Minha experiência é que, para as meninas, depressão, arrependimento e vergonha são muito comuns.”
[ Por Thaddeus M. Baklinski; Fonte: LifeSiteNews.com; Tradução: Marcos Ludwig ]
Comentário: É óbvio que haverão esquerdistas e liberais que irão objetar à pesquisa acreditando que isto seja um efeito da “pressão” de uma “sociedade ultraconservadora” e “retrógrada”. Nada poderia ser mais falso. Primeiro porque essa “sociedade” em que vivemos deixou de ser há muito tempo conservadora com relação ao sexo. Segundo, porque vergonha, culpa e arrependimento são sentimentos morais inatos, e não são criados por cultura. Daí que se conclui o seguinte: quanto mais libera-se (como forma de supostamente “combater” tal efeito), mais é que se conduz as adolescentes à depressão, baixa auto-estima, e outros sentimentos piores que levam à auto-destruição.